SAL DE ERVAS - Campanha Consumo Consciente de Sal
Pimentas, molhos, especiarias e temperos, tudo de origem orgânica, com alto controle de qualidade. Produtos orgânicos feitos artesanalmente somente com produtos plantados aqui mesmo. Sabores marcantes, picantes. Molhos de pimenta de sabor suave àquelas impossíveis de não suar! Procuramos produzir somente com o que plantamos. 100% home made, gentlemen, milady, Obrigado!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
SAL DE ERVAS - Campanha Consumo Consciente de Sal
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
CURIOSIDADES SOBRE A PIMENTA
Os registros mais antigos do consumo de pimentas datam de aproximadamente 9 mil anos, resultado de explorações arqueológicas em Tehuacán, México. Outros sítios arqueológicos pré-históricos (2500 a.C.) são conhecidos no Peru, nas localidades de Ancon e Huaca Prieta.
O cultivo de pimentas era uma característica de tribos indígenas brasileiras quando do descobrimento do Brasil. Com a imensa variabilidade de pimentas nativas, certamente pode-se supor que diversas tribos cultivavam e colhiam pimentas; e o plantio de pimenta por tribos indígenas continua até hoje, como entre os índios mundurucus, da bacia do rio Tapajós.
Há quem utilize a pimenta como tempero do amor, por acreditar que seja afrodisíaca, e também os que juram que ela afasta o "mau-olhado".
Hoje, tailandeses e coreanos são considerados os maiores consumidores de pimenta do mundo; o consumo atinge até oito gramas por dia por pessoa. Por aqui, não há dados sobre o consumo, mas o cultivo é feito em praticamente todas as regiões, com destaque para Bahia, Ceará, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio Grande do Sul.
As espécies de pimenta do gênero Capsicum - do qual também faz parte o pimentão - são as mais consumidas no planeta.
A característica "ardida" da pimenta, chamada pungência, é exclusiva desse gênero e é atribuída a um alcalóide, a capsaicina, que fica acumulado na parte interna do fruto.
A pungência das pimentas pode ser medida em Unidades de Calor Scoville (Scoville Heat Units - SHU), com aparelhos específicos.
O valor SHU pode chegar a 300 mil, caso, por exemplo, da cumari-do-pará, e à mais de 1 MILHÃO, no caso da Bhut Jolokia.
As espécies do gênero Capsicum mais cultivadas no Brasil são:
- Bode (C. chinense) - frutos arredondados ou achatados, vermelhos e amarelos. É muito picante e os frutos maduros são utilizados principalmente em conservas.
- Bode (C. chinense) - frutos arredondados ou achatados, vermelhos e amarelos. É muito picante e os frutos maduros são utilizados principalmente em conservas.
- Cambuci (C. baccatum var. pendulum) - frutos vermelhos em forma de campânula ou de sino. Com sabor adocicado, pode ser utilizada em saladas.
- Cumari-do-pará (C. chinense) - frutos triangulares e amarelos quando maduros. Bastante picante, é utilizada em conservas.
- Cumari-verdadeira (C. baccatum var. praetermissum) - frutos arredondados ou ovalados, vermelhos e muito picantes.
- Dedo-de-moça (C. baccatum var. pendulum) - frutos alongados e vermelhos. Sua pungência é baixa e é utilizada em molhos, conservas e desidratada, em flocos (calabresa).
- Jalapeño (C. annuum) - originária do México, com frutos grandes, sabor forte e pungência mediana.
- Malagueta (C. frutescens) - uma das mais cultivadas é vermelha, mede de 1,5 e quatro centímetros. Com pungência de média para alta, é a mais utilizada para "esquentar" o acarajé.
- Pimenta-de-cheiro (C. chinense) - frutos alongados, triangulares ou retangulares. A coloração também é variável (amarelo-leitoso ao preto), assim como a pungência (doce até muito picante).
GARANTIA DE QUALIDADE : Sobre o SELO ORGÂNICO
fonte: portalorganico.com.br
Depois da entrada em vigor da Lei dos Orgânicos (Lei 10831/03) muita coisa mudou no mundo dos orgânicos. O processo de certificação, agora chamado de mecanismos de avaliação da qualidade orgânica, foi todo normatizado.
E uma grande mudança foi o estabelecimento de um selo único, padrão para todo território nacional, que apresenta ao consumidor o produto orgânico. Ai está ele:
Reparem que nos modelos acima existe uma diferença: um é derivado de um sistema participativo e outro por certificação por auditoria (são dois mecanismos de avaliação da garantia orgânica).
Depois da entrada em vigor da Lei dos Orgânicos (Lei 10831/03) muita coisa mudou no mundo dos orgânicos. O processo de certificação, agora chamado de mecanismos de avaliação da qualidade orgânica, foi todo normatizado.
E uma grande mudança foi o estabelecimento de um selo único, padrão para todo território nacional, que apresenta ao consumidor o produto orgânico. Ai está ele:
Reparem que nos modelos acima existe uma diferença: um é derivado de um sistema participativo e outro por certificação por auditoria (são dois mecanismos de avaliação da garantia orgânica).
Desde inicio de 2011, esses selos são obrigatórios para comercialização de quaisquer produtos orgânicos em território nacional. Agora temos um tipo só e é com ele que precisamos conscientizar o consumidor.
A única exceção é para produtos com venda direta, mas nesse caso, é necessário que o grupo de produtores de venda direta esteja dentro da normativa, cadastrados no Ministério da Agricultura (MAPA) e que tenham a disposição a Declaração emitida por esse órgão. O selo de orgânico do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SisOrg) é único valido para qualquer produto comercializado no Brasil, inclusive produto importado!Para finalizar, precisamos deixar claro que a legislação de orgânicos considera o consumidor como agente ativo no processo, é ele que, com seu consumo responsável, poderá e deverá alertar os órgãos fiscalizadores do governo para qualquer infração na lei: se um produto está sendo vendido como orgânico e não tem o selo, é preciso DENUNCIAR.
É importante lembrar que os produtos oriundos da venda direta ao consumidor e que tenham sido produzidos por uma Organização de Controlo Social (OCS) cadastrada pelo MAPA, não podem utilizar o Selo de Conformidade do SisOrg. mas como se trara de venda direta ao consumidor e você estará diretamente em contato com o produtor, solicite a ele que apresente a Declararacão de Cadastro de Produtor vinculado a OCS. Isso será a sua garantia que você estará realmente adquirindo um produto orgânico.
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
Bhut Jolokia ou "Pimenta Fantasma" (ghost chili) - A PIMENTA MAIS QUENTE DO MUNDO!!!
O que você acharia de alguém dizer sobre uma pimenta que: "comê-la é como estar morrendo" ?
Se você é do tipo que não curte pimentas, meu amigo, então corra dessa como o diabo corre da cruz: BHU JOLOKIA é seu nome.
Também conhecida como "Ghost Pepper" (pimenta fantasma), esta "pimentinha" figura atualmente no Guiness Book como a MAIS FORTE PIMENTA DO MUNDO!
Comentários como: "é tão forte que você não pode imaginar" já dá uma ideía do porque da Bhut ser campeã entre as campeãs.
E imagine que a recomendação de "tomar cuidado" somente ao prová-la é feita por produtores da Índia, já acostumados com pimenta. Alguns dizem: "para estrangeiros, nem oferecemos, não recomendamos nem tentar, por que pode ser que nem saia daqui mais". E avisam: "o resto do mundo precisa se preparar para ela"...
O aviso em tom de tragédia é feito por quem conhece o poder contido nesta pequena notável. Ela não é apenas uma pimenta super forte, é espantosamente poderosa. Apenas um pedaço pode liberar pimenta o suficiente para queimar sua boca, lacrimejar seus olhos e irritar seu nariz.
Uma pimenta inteira (caso alguém consiga comer) poderia causar efeitos colaterais terríveis e te obrigar a tomar uma bateria de anti acidos e copos de leite...
No nordeste da Índia, por gerações, vem sendo utilizada largamente como tempero, e paradoxalmente, como parte em remédios para problemas gastricos e de febres de verão.
Hoje em dia, já comprovada sua "potência" de medida Scoville (de medida de "calor" de pimentas) na casa dos 1.000.000 de grau, esse recorde está fazendo com que a ìndia volte a disseminar sua utilização.
A rede de "adoradores de pimentas", já sabendo disso, está aquecendo mercados em todo o mundo, atrás desta pimenta tão poderosa. Fala-se na India até de histórias milenares, sobre uma pimenta que traria poderes magicos, e que provavelmente, seria a própria Bhut.
De qualquer forma, esse marketing todo ao redor da pimenta Bhut Jolokia está fazedo com que fazendeiros voltem a plantar campos da pimenta. O governo já fala em atuações conjuntas e incentivos para programas de desenvolvimento.
O engraçado é que até o ano 2000, quando os laboratórios deram o título do Guiness para a Bhut, ninguém quase tinha ouvido falar especificamente desta pimenta. Era a deixa para o mundo correr atras da pimenta.
Para se ter uma idéia, a pimenta Tabasco ( que não é fraca) tem um nível na escala Scoville de 2.500 (dois mil e quinhentos) a 5.000 (cinco mil) un. A Bhut foi campeã com a unidade de 1,001,304. Isso mesmo, na casa do mais de UM MILHÃO de unidades.
A nordeste da India parece o lugar ideal para o crescimento natural da planta, uma vez que seu crescimento em outras regiões já foi considerada desastrosa.
E no Brasil?
Será que ela vai se dar bem?
Estamos em começo de produção de sementes e plantio para em breve iniciarmos sua futura colheita e produção de um molho de ARREPIAR.
Em breve, Grande abraço!
EQUIPE ORGANICUCINA
Se você é do tipo que não curte pimentas, meu amigo, então corra dessa como o diabo corre da cruz: BHU JOLOKIA é seu nome.
Também conhecida como "Ghost Pepper" (pimenta fantasma), esta "pimentinha" figura atualmente no Guiness Book como a MAIS FORTE PIMENTA DO MUNDO!
Comentários como: "é tão forte que você não pode imaginar" já dá uma ideía do porque da Bhut ser campeã entre as campeãs.
E imagine que a recomendação de "tomar cuidado" somente ao prová-la é feita por produtores da Índia, já acostumados com pimenta. Alguns dizem: "para estrangeiros, nem oferecemos, não recomendamos nem tentar, por que pode ser que nem saia daqui mais". E avisam: "o resto do mundo precisa se preparar para ela"...
O aviso em tom de tragédia é feito por quem conhece o poder contido nesta pequena notável. Ela não é apenas uma pimenta super forte, é espantosamente poderosa. Apenas um pedaço pode liberar pimenta o suficiente para queimar sua boca, lacrimejar seus olhos e irritar seu nariz.
Uma pimenta inteira (caso alguém consiga comer) poderia causar efeitos colaterais terríveis e te obrigar a tomar uma bateria de anti acidos e copos de leite...
No nordeste da Índia, por gerações, vem sendo utilizada largamente como tempero, e paradoxalmente, como parte em remédios para problemas gastricos e de febres de verão.
Hoje em dia, já comprovada sua "potência" de medida Scoville (de medida de "calor" de pimentas) na casa dos 1.000.000 de grau, esse recorde está fazendo com que a ìndia volte a disseminar sua utilização.
A rede de "adoradores de pimentas", já sabendo disso, está aquecendo mercados em todo o mundo, atrás desta pimenta tão poderosa. Fala-se na India até de histórias milenares, sobre uma pimenta que traria poderes magicos, e que provavelmente, seria a própria Bhut.
De qualquer forma, esse marketing todo ao redor da pimenta Bhut Jolokia está fazedo com que fazendeiros voltem a plantar campos da pimenta. O governo já fala em atuações conjuntas e incentivos para programas de desenvolvimento.
O engraçado é que até o ano 2000, quando os laboratórios deram o título do Guiness para a Bhut, ninguém quase tinha ouvido falar especificamente desta pimenta. Era a deixa para o mundo correr atras da pimenta.
Para se ter uma idéia, a pimenta Tabasco ( que não é fraca) tem um nível na escala Scoville de 2.500 (dois mil e quinhentos) a 5.000 (cinco mil) un. A Bhut foi campeã com a unidade de 1,001,304. Isso mesmo, na casa do mais de UM MILHÃO de unidades.
A nordeste da India parece o lugar ideal para o crescimento natural da planta, uma vez que seu crescimento em outras regiões já foi considerada desastrosa.
E no Brasil?
Será que ela vai se dar bem?
Estamos em começo de produção de sementes e plantio para em breve iniciarmos sua futura colheita e produção de um molho de ARREPIAR.
Em breve, Grande abraço!
EQUIPE ORGANICUCINA
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